
passou,
cabisbaixa e sorridente,
nas ruas sem paisagem
de meus desejos
reprimidos no imponderável
paço fundo do escuro lago,
do iluminado fundo,
do escuro paço,
do escuro-iluminado,
do inconsciente...
deprimido (eufórico)
sorrio (choro)
cabisbaixo de desejos,
solitário de paisagens.
mas antes vivo,
solerte e ardente,
do imponderável...
cabisbaixa e sorridente,
nas ruas sem paisagem
de meus desejos
reprimidos no imponderável
paço fundo do escuro lago,
do iluminado fundo,
do escuro paço,
do escuro-iluminado,
do inconsciente...
deprimido (eufórico)
sorrio (choro)
cabisbaixo de desejos,
solitário de paisagens.
mas antes vivo,
solerte e ardente,
do imponderável...
Luís Osete, sobre o peso da existência...


4 comentários:
Crédito da imagem:
"Hate to Love You by *MultiCurious"
Deviantart
Mano, eu adoro o Osete, já falei e é verdade verdadeira... O registro dele é o número certo. Lindo esse texto poético. Arte purinha da melhor qualidade.
Mano Germano, deixa te dizer que aquela tua foto lá está belíssima. Essa sim, espelha tua alma com fidedignidade.
Dois carinhos.
Um especial para o Osete a quem hoje, aplaudo de pé.
mais sempre decidido ne germanoo
Muito bom, Osete.
Sigamos...
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