
esta escrita que sai
de canto, que resvala um tanto
assim,
vai sem medo no dedo,
cai sem segredo
no enredo de mim.
que atordoa,
a tarde do verso
pode um
universo diverso, pode
universo diverso, pode
a palavra?, pode ser
o inverso
do que se quer
ser?


12 comentários:
Crédito da imagem:
"Violinist Oil Pastel by =macys"
Deviantart
Belo trocadilho. Gosto disso. do despropósito, que no fim é um propósito.
Abraço perfumado
Mano Germano, ficou bom demais e eu confesso, li de cima para baixo, da frente para trás, de baixo prá cima e de trás prá frente... Li e depois inverti e fiza confusão que a palavra pedia e não teve jeito de não ficar bonito mas acredita, ficou tudo igual e diferente, do mesmo jeito.
Adoro vc. quando escreve assim, prá endoidar, também...
Dois carinhos, Mano.
Fica bem
esta
está
estado
perfeito
perfeita
poesia
Maravilhoso poema. Parabéns. Um dos seus mais belos.
Abraço.
Heim, não entendi bem no comentário o: Talvez seja o novo "mal-do-século".
Explique ae jovem professor.
Você segue e eu também.
fantastico poema, lindissssimo, um dos que mais gosto!!!
parabens, continue, amigo "virtualmente" abraçado,
myra
Belo poema Germano...gosto muito do seu clube.
Abraços
Belo poema Germano...gosto muito do seu clube.
Abraços
Amo a sua poesia. Amo e me calo.
Sigamos...
Que lindo, G.!!!!
As nuances de um poeta reconhecendo (e enaltecendo) o processo da escrita.
Lindo demais!!!!
Carinho de sempre!!!!
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