esta

domingo, 14 de junho de 2009

esta escrita que sai
de canto, que resvala um tanto
assim,
vai sem medo no dedo,
cai sem segredo
no enredo de mim.

que atordoa,
a tarde do verso
pode um
universo diverso, pode
a palavra?, pode ser
o inverso
do que se quer
ser?

12 comentários:

Germano Xavier disse...

Crédito da imagem:

"Violinist Oil Pastel by =macys"
Deviantart

Plínio Gomes disse...

Belo trocadilho. Gosto disso. do despropósito, que no fim é um propósito.
Abraço perfumado

Mai disse...

Mano Germano, ficou bom demais e eu confesso, li de cima para baixo, da frente para trás, de baixo prá cima e de trás prá frente... Li e depois inverti e fiza confusão que a palavra pedia e não teve jeito de não ficar bonito mas acredita, ficou tudo igual e diferente, do mesmo jeito.

Adoro vc. quando escreve assim, prá endoidar, também...

Dois carinhos, Mano.
Fica bem

EDER RIBEIRO disse...

esta
está
estado
perfeito
perfeita
poesia

Dauri Batisti disse...

Maravilhoso poema. Parabéns. Um dos seus mais belos.

Abraço.

Dauri Batisti disse...

Heim, não entendi bem no comentário o: Talvez seja o novo "mal-do-século".
Explique ae jovem professor.

Você segue e eu também.

myra disse...

fantastico poema, lindissssimo, um dos que mais gosto!!!
parabens, continue, amigo "virtualmente" abraçado,
myra

HSLO disse...

Belo poema Germano...gosto muito do seu clube.


Abraços

HSLO disse...

Belo poema Germano...gosto muito do seu clube.


Abraços

Letícia disse...

Amo a sua poesia. Amo e me calo.

Germano Xavier disse...

Sigamos...

Simonne Allice disse...

Que lindo, G.!!!!
As nuances de um poeta reconhecendo (e enaltecendo) o processo da escrita.
Lindo demais!!!!
Carinho de sempre!!!!